Quando abrimos os olhos e vemos a cor do mundo, o color que se origina se agradamos com tanta beleza. Seu pé se move, suas pernas se colocam num quadrado proporcionado no chão e você cai e se levanta pelos braços largos dos seus pais. Seu cabelo se alonga, a sujeira da brincadeira do dia-a-dia se torna uma felicidade por ter desfrutado do que você ganhou de seus amigos na manhã até a chegada da lua e a retirada para dentro da residencia. Seu pensamento se domina na felicidade que seus amigos colocam no amor de um irmão órfão. Tudo o que você guarda a ti fica memorizado dos momentos que se teve do decorrer das datas percorridas aos calendários que vão sendo substituídos por novos e novos anos sendo substituídos e imaginados por melhores a vim. Você não tem nenhuma preocupação, nenhuma dor que te tirar dos trilhos da sua caminhada, nada te abalará. Seu amor a tudo cresce, mais o tempo vem e o diminui com o misturar da sociedade, com o misturar o seu amor com o mal humor que se tem de pessoas frias e sem imaginações. Enchemos balões com fôlegos de crianças, flutuamos em nossos próprios pés, decorremos balés a pulamos a maior altura e tirar o velho ditado de não sabemos e não podemos voar. Se jogamos no mar azul e nadamos até o final, o final que achamos que tem um buraco que nossa imaginação cria a nossos olhos. Percorremos até aonde o sol nasce, aonde parece que ele sai de debaixo de nossos pés e queimam nossa alma desfrutando o calor do nosso corpo. Eu quero ser feliz mesmo não podendo mais cair na areia suja da beira da rua para brincar, eu quero ser feliz mesmo não indo mais jogar bola naquele pequeno espaço de corações puros da natureza. Dependente do tempo ou o fato de minha altura ter passado da pia do banheiro e eu poder ver minha imagem inteira como antigamente eu queria, mais tinha que pular para se ter até minha imagem, hoje eu quero é fazer tudo novamente. Eu só quero é ser feliz, eu só quero e ter o puro que eles me tiraram, eu quero é me ter o meu ser novamente.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
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